Lendo o patch
Aqui estão as duas versões do serviço: before.js (antes do conserto) e after.js (depois). O before.js já tinha uma lista de permissão por host exato, mas continuava vulnerável. O after.js fecha os buracos: só https, lista de permissão por host, bloqueio de faixas internas, redirecionamento desligado, e um último cuidado sutil.
Compare as duas. O conserto fecha vários problemas, mas UM deles é o mais fino: o after.js resolve o nome UMA vez, confere o IP e conecta naquele IP exato, em vez de deixar o cliente HTTP resolver o nome de novo na hora de conectar. Qual ataque SÓ esse passo impede? A flag é o nome desse ataque, em minúsculas, com as palavras unidas por _.
Formato: tocaia{...}. Exemplo com a mesma forma, que não é a resposta: tocaia{open_redirect}.
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