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Endpoint de diagnóstico

Painéis de status e configuração ajudam a operar o sistema, e abrem tudo se ficam públicos.

Muitos frameworks trazem endpoints de diagnóstico embutidos para quem opera o sistema: um /actuator, um /debug, um /server-status. Eles mostram a saúde do serviço, as rotas, as métricas, o uso de memória e, alguns, o ambiente inteiro (todas as variáveis de configuração) ou um despejo da memória do processo. São úteis para a equipe de operação e perigosos para todos os outros.

O risco é deixá-los acessíveis pela internet, sem autenticação. Um /actuator/env aberto despeja a configuração com a senha do banco; um /heapdump entrega a memória; um /mappings revela todas as rotas internas. Muitas vezes a causa é uma só linha de config que expôs todos (MANAGEMENT_ENDPOINTS_WEB_EXPOSURE_INCLUDE: *).

GET /actuator (aberto) health env mappings heapdump lista os endpoints GET /actuator/env despeja a configuração DATASOURCE_URL USERNAME PASSWORD = ... a senha do banco vaza
A raiz /actuator lista env, mappings e heapdump abertos; o /actuator/env despeja a configuração, e ali está a senha do banco.

A defesa é expor só o necessário (muitas vezes apenas health), proteger o resto com autenticação e prendê-los a uma porta ou rede interna, nunca à internet. Em um caso real, um endpoint de diagnóstico aberto entrega as credenciais que abrem o resto do sistema.

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